Archive for the ‘Comportamento’ Category

Gente fina

03/03/2010

Vou postar um texto que recebi por e-mail.

Não conheço o autor, mas está assinado por Martha Medeiros.

Achei legal compartilhar com vocês!

Cada um faz o que bem entender com o próprio corpo. Comer com liberdade é um direito e ninguém tem que se sacrificar para atender a um padrão estético, mas que ser magro é melhor do que ser gordo, é.

Pra saúde é melhor, pra se vestir é melhor, pra se locomover é melhor, pra dançar é melhor. Não quer dizer que um gordo não seja feliz. Geralmente, são felizes à beça, mais do que muito varapau.

Mas se fosse possível escolher entre ser magro e ser gordo sem nenhum efeito colateral de felicidade ou infelicidade, sem nenhum esforço, só no abracadabra, todo mundo iria querer ser magro, assim como todo mundo preferiria se cristalizar entre os 30 e os 50 anos. Eu acho. A não ser que eu esteja louca, o que é uma hipótese a considerar.

Porém, melhor que tudo é ser gente fina. Finíssima. Isso nada tem a ver com a tendência atual de ser seca, de parecer um esqueleto ambulante. Gente fina é outra coisa.

Gente fina é aquela que é tão especial que a gente nem percebe se é gorda, magra, velha, moça, loira, morena, alta ou baixa. Ela é gente fina, ou seja, está acima de qualquer classificação. Todos a querem por perto. Tem um astral leve, mas sabe aprofundar as questões quando necessário. É simpática, mas não bobalhona. É uma pessoa direita, mas não escravizada pelos certos e errados: sabe transgredir sem agredir.

Gente fina é aquela que é generosa, mas não banana. Te ajuda, mas permite que você cresça sozinho. Gente fina diz mais sim do que não, e faz isso naturalmente, não é para agradar. Gente fina se sente confortável em qualquer ambiente: num boteco de beira de estrada e num castelo no interior da Escócia.

Gente fina não julga ninguém ? tem opinião, apenas. Um novo começo de era, com gente fina, elegante e sincera. O que mais se pode querer? Gente fina não esnoba, não humilha, não trapaceia, não compete e, como o próprio nome diz, não engrossa. Não veio ao mundo pra colocar areia no projeto dos outros. Ela não pesa, mesmo sendo gorda, e não é leviana, mesmo sendo magra. Gente fina é que tinha que virar tendência. Porque, colocando na balança, é quem faz a diferença.”

Martha Medeiros

Comandos manuais ativados.

04/01/2010

Mais um ano começa e por mais que a gente saiba que a vida é a mesma, é quase impossível não fazer um balanço do ano que passou e planejar o que está começando.

Foi fazendo esse balanço que percebi que 2009 foi um ano onde aprendi muitas coisas importantes, fiz novas amizades e cresci bastante como pessoa, mas destaco um aprendizado em especial. O de nunca se acomodar.

Comentei acima, que cresci como pessoa e foi justamente por conta disso que consegui entender a importância de não se acomodar nunca.

Meu crescimento me fez aprender a observar mais aos que me rodeiam e entender, nem que seja um pouco, como essas pessoas alcançam seus objetivos (ou deixam de alcançá-los).

Claro que não vou citar cada exemplo que me fez entender e aprender essa lição, pois teria que descrever momentos de vida de outras pessoas e isso não seria nada “ético”, mas vou tentar descrever melhor o que quero dizer com tudo isso.

Muitos automaticamente pensam no lado profissional quando se fala em acomodação, objetivos, metas, etc., mas a idéia que quero passar vai muito além disso. Falo do dia a dia, do tratar com as pessoas, do lidar consigo mesmo.

O ser humano de modo geral (me incluo nessa) tem a forte tendência de se encostar na zona de conforto. Prefere ligar o piloto automático do que manter a atenção na direção, e é justamente aí que acaba deixando passar muitas oportunidades ou até mesmo perde as que já estão em suas mãos. Por isso preste muita atenção no modo que você conduz a sua vida e evite o piloto automático.

Busque o equilíbrio sempre. Sua vida não é só feita de trabalho ou de diversão. Só de família ou amigos.

Procure ousar. Preste atenção nas pessoas e em suas necessidades e às surpreenda. Faça uma visita surpresa. Faça qualquer coisa, mas surpreenda.

Busque o erro!! Isso mesmo! BUSQUE O ERRO! Que eu, você, todos vamos errar estamos certos, então vá atrás do erro. Dessa forma você estará preparado para corrigí-lo de forma mais rápida e inteligente.

Corra atrás do crescimento. Procure crescer como pessoa, como profissional, como amigo, como namorado, como marido, como esposa, como mãe, como filho…

Não sou um guru de auto ajuda, mas foi tem sido dessa maneira que tenho procurado manter o curso da minha vida, sempre em minhas mãos. Ninguém melhor para controlar o rumo da sua vida do que você mesmo!

Para finalizar, deixo a definição de automático:

au.to.má.ti.co

adj. 1. Que se move ou funciona por si mesmo. 2. Que se realiza por meios mecânicos. 3. Que se realiza sem o concurso da vontade; inconsciente. 4. Tecn. Diz-se do aparelho que funciona por si, dispensando operadores.

Pense nisso. Você quer mesmo continuar no piloto automático em 2010?

Me encontrei!

27/11/2009

Você já experimentou a sensação de saber exatamente o que está fazendo?

Não é aquela coisa de conhecer o trabalho ou a tarefa e executá-la com precisão. É mais que isso, é um saber que está no lugar certo, no momento certo, fazendo a coisa certa e o mais importante de tudo: para você!

Tenho vivido isso nos últimos meses e posso garantir que é ótimo!

Pensando sobre como cheguei a esse estágio, conclui que é o resultado de um processo muito profundo de auto conhecimento.

Em resumo, para saber o que te faz feliz, o que te completa, é preciso experimentar, arriscar, entregar-se ao novo e isso muitas vezes é difícil, porque acaba acontecendo que para encontrar o melhor, a gente precisa conhecer o pior.

O que posso concluir nesse momento é que tudo, absolutamente tudo, até agora valeu a pena e que vou seguir assim, experimentando o novo e pagando algum preço para me manter com essa deliciosa sensação de saber o que estou fazendo.

 

Imagem daqui

Tem solução?

09/11/2009

20021120-gentileza

Sejam bem vindos ao nosso BLOG. Saibam que é um prazer recebê-los aqui.

Ontem assisti no Fantástico uma matéria sobre GENTILEZA, e já estou me condicionando a ter esse hábito.

Para quem não viu, falava sobre a pesquisa de uma Universidade americana comprovando que ser educado e gentil faz com que o ser humano se sinta melhor e com uma sensação de paz.

Segundo o site do Fantástico, outra pesquisa realizada  pela Universidade de Brasilia em 35 grandes cidades do mundo foi constatado que São Paulo está em 4.o lugar no ranking de cordialidade.

Vendo esses números e fatos me pergunto: Se ser gentil faz com que as pessoas se sintam melhores e São Paulo ocupa o 4.o lugar no ranking da Universidade de Brasilia, onde estão os paulistanos gentis?

Semana passada postei aqui sobre o problema nos trens.

Vejo diariamente a falta de educação, cordialidade e gentileza entre pessoas que trabalham na mesma empresa. Eu mesmo já cansei de tentar dar bom dia para “colegas” de trabalho e receber como resposta o silêncio.

Vemos muitas vezes a falta de educação dos vizinhos que não respeitam as regras nos condomínios, entre outros exemplos que poderia citar aqui.

Não vou me extender nesse post, mas queria saber dos amigos que acompanham esse blog, o que acham desse tema e da pesquisa feita pela Universidade de Brasilia. 

Tenho uma leve impressão que há alguma coisa errada. Com as pequisas ou com as pessoas que conheço, convivo ou divido espaços públicos.

Até mais e voltem sempre! ;-)

O trem só anda atrasado

02/11/2009

Aqueles que acharam que eu tinha desistido de postar aqui  se enganaram. Eu voltei!! :-D

Antes de mais nada peço desculpas aos seguidores pela minha ausência. Meus horários mudaram um pouco e tive dificuldades em me adaptar.

Trem

Nesse período sumido, outras coisas além dos meus horários também mudaram. Uma delas é que agora definitivamente sou usuário da CPTM e do Metrô, e é sobre algo que ouvi dentro de um trem da CPTM que resolvi escrever aqui hoje.

Meu itinerário é bem trash. Embarco na estação Santo Amaro, faço baldeação em Presidente Altino e na Barra Funda pego o Metrô para casa.

Semana passada ao entrar no trem em Presidente Altino, percebi que as portas do trem demoraram para fechar e então ouvi o aviso do “maquinista”: “Não segurem as portas. Isso atrasa todos os trens”.

Do meu lado, havia um senhor com semblante cansado mas ao mesmo tempo tranquilo que logo respondeu: “O trem só anda atrasado”.

Andamos mais uma estação e novamente o aviso: “”Não segurem as portas. Isso atrasa todos os trens”. Tão automático quanto o aviso, veio novamente a resposta do senhor: “O trem só anda atrasado”.

Isso se repetiu até que eu chegasse na Barra Funda.

A principio fiquei pensando naquilo e rindo, porque acabou se tornando uma situação engraçada, mas depois de um tempo vi que aquilo talvez se encaixasse em outras situações da nossa vida.

Imaginei a situação daquele mesmo homem que já não era um menino e possivelmente voltava de um dia inteiro de trabalho duro.

Quantas vezes ele havia pedido para não segurarem as portas do seu trem e ignorado passou a acreditar que o trem realmente só anda atrasado?

Quantas vezes você, meu caro leitor teve que aceitar ou se conformar que o trem está sempre atrasado?

Voltando para a situação real, fiquei observado o comportamento das pessoas nos dias seguintes ao que acabei de relatar para tentar descobrir porque os usuários insistem em segurar as portas do trem.

Confesso que não cheguei a nenhuma conclusão mirabolante, mas uma coisa eu pude perceber. As pessoas seguram as portas para não ter que esperar o próximo trem e se esquecem que milhares de outras pessoas estão lá dentro da composição também loucas para chegar em casa, abraçar a esposa, o marido e os filhos.

Trazendo isso para situações da nossa vida, quantas vezes nos deparamos com algo similar?

Você faz sua parte, cumpre sua obrigação e por conta das atitudes de outros acaba sendo penalizado.

Quantas horas extras você já fez porque outra pessoa deixou de fazer sua obrigação?

Quantas broncas você levou dos seus pais porque seu irmão aprontou alguma e não assumiu a culpa?

Quantas vezes você brigou com sua namorada porque alguem criou uma situação para que isso acontecesse?

Enfim, segurar as portas do trem pode ser legal e até engraçado para você que não quer esperar mais 10 minutos pela próxima composição, mas atrapalha milhares ou até milhões de pessoas que nada tem a ver com o seu atraso ou as suas necessidades.

Para finalizar, lembro do que ouvi em uma palestra do astronauta Marcos Pontes.

Quando perguntado sobre a sensação de ver a Terra do espaço ele disse que de lá percebeu como nós seres humanos somos pequenos quando comparados com o universo. Uma simples pessoa em meio a uma imensidão de estrelas, planetas e muitas outras coisas que ainda estão muito longe do nosso conhecimento, e mesmo assim insistimos em segurar a porta do trem.

 

 

08/10/2009

irritado

Um dia desses precisei desmarcar um compromisso de última hora, coisa que não gosto de fazer, mas foi preciso nessa ocasião.

Sei que esse tipo de ação atrapalha a vida das pessoas, mas em alguns momentos você se vê obrigado a agir assim e acaba fazendo.

A pessoa com quem desmarquei foi educada, mas fez mil perguntas e insistiu que eu fizesse o possível para comparecer, mesmo eu deixando claro que não seria possível.

Mas o pior foi a frase que tive que ouvir: “Quando for assim, avise com antecedência.”

Mas peraí… eu estava avisando! Não foram 5 minutos, foram horas de antecedência!

Não gostei de levar essa bronca “delicada” e injusta!

Agora me diga: como é que faz para ignorar, para não se irritar com esse tipo de “coisinha”? Eu ainda não sei…

Eu e meu fogão

10/09/2009

Fogao

Outro dia limpei meu fogão depois de preparar um almoço simples e rápido para alguns amigos. Estranhei a sujeira que fiz porque não costumo suja-lo quando cozinho, mas dessa vez fiz a maior sujeira! Talvez pela pressa, ou por estar cozinhando para pessoas que ainda não tinham experimentado a minha comida, ou por não estar fazendo nenhum prato delicioso como eu gostaria quando recebesse pela primeira vez minhas novas amigas queridas.

Eu tenho rituais, os meus rituais, e receber quem é especial para mim é um deles. Minha casa é meu castelo, sem ponte levadiça, com um rei e uma rainha que estão mais para bobos da corte, mas no nosso reino, quem adentra é porque é especial.

Voltando ao meu fogão… eu não limpo fogão, ponto. Aprendi a cozinhar sem fazer sujeira porque tenho pavor de limpar aquelas tampinhas, sem falar que ele nunca fica brilhante igual a quando a faxineira limpa, uma vez por semana. É claro que sou higiênica e dou “um talento” sempre que necessário, mas aquela limpeza de deixa-lo brilhando, isso não é para mim. Ou não era.

O caso é que hoje, limpando o fogão, pensei em como eu tinha sujado tanto e lembrei das amigas queridas. Dei risada lembrando das coisas que falamos, lamentei o amigo ausente e pensei na falta que ele fez, fiz planos para visitas futuras. Tudo isso enquanto esfregava a esponja com detergente para tirar aquela sujeira.

Vim com o perfex retirando toda a espuma e pensei que a sujeira tinha ido embora, mas agora eu precisava deixa-lo brilhante, porque seria desaforo eu não conseguir!

Passei o papel toalha para secar a umidade deixada pelo perfex e então ele estava brilhante novamente. Lavei as tampinhas, sequei e coloquei no lugar. Fiz o mesmo com as grades, aquelas que apoiam as panelas.

Quando dei a última conferida, toda feliz e orgulhosa do meu feito, percebi que ele, mesmo brilhante, tinha marcas. Eram arranhões das esponja ou quem sabe da palha de aço, as tampinhas tem queimados que já não saem mais e até mesmo o painel já não é tão branquinho. Cheguei perto e vi que não se trata de sujeira, mas das marcas que o uso deixaram.

Tenho esse fogão desde que casei, faz 5 anos e pensei em quanta coisa gostosa já preparei ali com os mais diversos propósitos: jantares românticos, celebrar datas especiais, aniversário de gente que amo, dia das mães, dia dos pais, recepção de amigos, natais, páscoas, ou mesmo qualquer coisinha rápida porque a comida era o que menos importava… vi momentos especiais passando.

Aí pensei na minha vida, em mim. Eu estava ali, naquele fogão. Eu sou assim mesmo, cheia de marcas do tempo, dos anos, da entrega à pessoas especiais, dos erros, dos acertos, das escolhas. Eu tenho marcas que já não saem mais, que fazem eu ser assim, relusente e marcada como o meu fogão. Talvez eu precise de um pouco de choro no lugar do detergente, de amigos no lugar do perfex, do meu amor, no lugar do papel toalha mas, no fim das contas eu tô aqui marcada e brilhante!

Depois disso, tive certeza que é assim é que é. A gente cai, esfola, machuca, fica marcado, mas depois, cada um a sua maneira, brilha de novo! E o melhor de tudo, continua pronto a viver coisas novas, a se arriscar de novo ou, no caso do meu fogão, a preparar novos pratos e alimentar mais gente querida!

S2 Simplicidade do amor… S2

02/09/2009

Quando vi esse vídeo no UoD não resisti, tive que postar aqui também!!

Isso só porque o amor é lindo e eu sou doente apaixonada por Post-it dos mais variados tamanhos, tipos e cores!!

Vê aí se não é fofo mesmo!

s2 Beijos com amor! s2

O lado bom da crise.

31/08/2009

dinheiro2

Assunto muito comum nos últimos meses a crise tem sido motivo para muito falatório por todos os cantos do país.

Uns acham que ela não existe, outros acham que o Brasil não dura nem mais um ano.

Acima disso tudo eu tenho um grande agradecimento a fazer à essa tal de crise.

Explico.

Com o país em crise, somos forçados a gastar menos, afinal é feio gastar muito em época de crise. Com isso consegui controlar melhor meu cartão de crédito.

Com esse bicho feio solto por aí, precisei ficar mais em casa e deixar de comer fora. É meio chato ver tanta gente passando necessidade perante a crise e eu comendo fora.

Saindo menos de casa e segurando o cartão de crédito, claro que passei a comer menos e fiz até o meu VC (Vale-Coxinha) de R$10.00 render mais. Meus almoços passaram a se basear em muita salada e pouco carboidratos, me fazendo emagrecer. Já foram mais ou menos 6 ou 7 quilos em aproximadamente 3 meses.

Na empresa não temos mais café gratis. Quer café? Pague R$0.75. Com isso, passei a conversar menos e trabalhar mais, o que em teoria faz meu trabalho render.

Novamente devido à crise, a empresa cortou o aumento por mérito e deixou somente o dissídio que até o momento não saiu. Com isso, diminuiu meu poder de compra. Decidi aplicar essa redução no combustível do carro, pois dessa maneira, colaboro com o meio ambiente.

Em resumo, a crise me ajudou a gastar menos, perder peso, trabalhar mais, dar mais valor para a comida caseira e até colaborar com o meio ambiente.

Faça você tamnbém sua homenagem a nossa amiga crise, afinal o que seria de nós sem ela??

Should I stay or should I go?

20/08/2009

passos

Quem me conhece mais de perto sabe que sou indecisa, analiso 800 hipóteses e penso zinhões de vezes antes de tomar uma decisão.

Também tenho dificuldade para escolher as coisas. Evite me dar 2 ou mais opções, como por exemplo “prefere ir ao restaurante X ou Y?”, pronto! Você terá me colocado em um dilema.

Depois de muito pensar e falar a respeito, aprendi que tenho problemas para escolher porque tenho medo de perder o melhor de cada opção. Eu reluto porque sou moça espertinha que quer casar AND comprar uma bicicleta, tudo ao mesmo tempo e agora!

Só que a vida não tem essa digamos, flexibilidade, que eu adoraria que tivesse e vez por outra eu encaro meus próprios dilemas.

Atualmente estou vivendo um desses dilemas e estou na fase de analisar as 800 hipóteses. Não é legal, acredite.

Só que tem uma coisa que vem nesse kit indecisão que é o pior: o medo.

Você há de concordar comigo que se não fosse o medo a gente nem pensava duas vezes e saltava de páraquedas, pedia demissão do emprego chato, mudava de cidade e outras coisas que desejamos mas que na vida real, com o peso do medo (e muitas vezes da responsabilidade), simplesmente não rola.

O fato é que eu percebi que o medo me paralisou muitas vezes nos últimos tempos e o resultado não foi bom. Não recebi proteção alguma do tal medo paralisante e muito menos minha vida ficou mais fácil. A frustração com o resultado ruim bateu, a decepção pela minha falta de atitude foi fulminante e só fiquei mais angustiada.

Não sou autora de livro de auto ajuda para ficar aqui pregando frases motivadoras como “Vai lá! Encara o medo! Se joga!” porque eu sei que todo mundo tem limites e dar um passinho só que seja pode ser muita coisa em determinados momentos.

Consciente disso, só posso te dizer o que repito para mim todos os dias nos últimos tempo “Vai até onde você puder.”

Eu vou seguindo com a minha indecisão, sem saber direito se “devo ficar ou devo ir”.

Vou continuar analisando minhas 800 hipóteses, porque esse é o meu jeito de fazer as coisas.

Mas eu prometo solenemente que dessa vez eu não vou me paralisar e darei tantos passos quantos eu conseguir, mesmo que seja um pequenininho só pra começar. ;)